sexta-feira, 1 de março de 2013

Percepções

Finda sombra, deixei os temores de lado para entender o que é prezar por um abraço distante. Aqueles dias cinzas se foram, então afirmo: pisar descalço o chão firme também se faz possível após lições que não prestamos atenção, mas que aprendemos com chegadas, com despedidas; são condições. Por assim dizer, sorrisos ingênuos atraem semelhantes, já caretas conquistam solidão.  Não raro vemos o mundo permanecer o mesmo, com o mesmo deboche e os contras impostos antes das nossas insatisfações. O que é nosso? O que vem de fora? E a culpa, influencia? O que se modifica nisso? Um elogio pode soar ofensa na medida da inquietude do nosso espírito, então cabe afastar as nuvens negras da tempestade apenas abanando as mãos. Pode não parecer nada, mas é. Não existe réu quando seu céu está azul.


(Marco de Moraes)

7 comentários:

  1. Ao contrário do nosso querido Rio de Janeiro, acontece de ser raro a plenitude do azul no meu céu. Se bem que ultimamente outras nuances tem colorido meus dias. Bacana, né?

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  2. Obrigada pela dose (sempre bem vinda) de otimismo, Marquinho!
    Um grande beijo

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  3. "Não existe réu quando seu céu está azul."

    =)

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  4. Parabéns, Marco!
    Um belo texto. E vamos deixar o céu sempre azul... Uma maneira de afastar as sombras e as nuvens pesadas das tempestades, que estão prestes a cair, é sorrir. Considero que o sorriso é o sol que afasta a tristeza em dias nublados de escuridão emocional. :)
    Abraço, meu amigo!

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  5. Muito bom, sacal! "Não existe réu quando seu céu está azul."

    grande abraço. Apareça,

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  6. Muito bom, sacal! "Não existe réu quando seu céu está azul."

    grande abraço. Apareça,

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  7. Muito bom, sacal! "Não existe réu quando seu céu está azul."

    grande abraço. Apareça,

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